Araraquara negocia com a CPFL para destravar usina solar

Prefeitura e concessionária discutiram pendências jurídicas e ambientais que travam a obra que vai abastecer prédios públicos da cidade

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Foto: Divulgação/Prefeitura de Araraquara
Foto: Divulgação/Prefeitura de Araraquara

A conta de luz dos prédios públicos de Araraquara pode ficar mais barata quando uma usina fotovoltaica em construção na cidade for concluída. Mas a obra enfrenta entraves jurídicos, urbanísticos e ambientais que a prefeitura e a CPFL tentam resolver para destravar o projeto.

O prefeito Dr. Lapena se reuniu nesta terça-feira (27) com secretários municipais e representantes da concessionária no Paço Municipal para discutir caminhos que permitam avançar na finalização da usina. O encontro tratou de questões ligadas ao terreno da obra, a um corredor verde na área e aos trâmites entre a prefeitura e a CPFL.

O que trava a obra

Segundo a prefeitura, os principais pontos de atenção envolvem aspectos do terreno onde a usina está sendo construída, a preservação do corredor verde no entorno e os procedimentos institucionais que dependem de análise conjunta das duas partes. A reunião buscou alinhar responsabilidades entre as equipes técnicas e jurídicas da prefeitura e da concessionária para que as pendências sejam resolvidas sem ferir a legislação ambiental e urbanística.

A usina foi projetada para gerar energia solar destinada a prédios públicos municipais, com o objetivo de reduzir os gastos da prefeitura com eletricidade. Caso a obra seja concluída, a prefeitura afirma que os recursos economizados poderão ser direcionados a outras áreas e serviços oferecidos à população de Araraquara.

Quem participou da reunião

Pela prefeitura, estiveram presentes o secretário de Governo, Leandro Guidolin; a chefe de Gabinete, Paula Cardoso; a secretária de Desenvolvimento Urbano, Priscila Crepaldi; o secretário de Obras e Serviços Públicos, Valter Rozatto; o procurador-geral do município, José Melhen; e o mediador municipal João Batista Galhardo Júnior, com sua equipe.

Pela CPFL, participaram o gerente jurídico Luiz Felipe Vargas, a advogada Thais Rafaeli e integrantes da equipe jurídica da companhia, além da consultora de relacionamento Danitielle de Oliveira Pereira.

A prefeitura não informou um prazo para a conclusão da usina nem detalhou um cronograma das próximas etapas de negociação com a concessionária.


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