Quem ainda guarda ou compra bilhete magnético para pegar o trem em São Paulo tem até 31 de dezembro para usá-lo. A partir de 1º de janeiro de 2027, a passagem de papel não será mais aceita nos bloqueios das 97 estações da CPTM, nas Linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda, 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.
A mudança vale para toda a rede, que atende moradores de 11 municípios, incluindo a capital paulista. Das 129 km de extensão somados pelas três linhas administradas diretamente pela companhia, 74 km ficam na capital, onde estão 18 das 39 estações desse trecho.
Quem depende do bilhete magnético precisa se organizar antes do fim do ano. Depois de 31 de dezembro, só restam as alternativas digitais ou por aproximação para entrar nas plataformas.
Passageiros poderão seguir usando o Bilhete Único, o cartão TOP e o QR Code. É possível comprar a passagem antecipadamente pelo celular, pelo aplicativo TOP, pela Carteira Digital TOP ou pelo Webchat, e depois validar direto no bloqueio da estação.
Também dá para pagar por aproximação, com a tecnologia NFC, usando cartão de crédito ou débito, físico ou virtual, ou relógio inteligente compatível, das bandeiras Elo, Mastercard e Visa.
Para quem prefere comprar presencialmente, bilheterias e terminais de autoatendimento das estações continuam vendendo o bilhete em QR Code, com pagamento também aceito via Pix. Há ainda mais de 8 mil pontos de venda físicos espalhados pela região, que aceitam dinheiro e podem ser consultados no site boradetop.com.br.
O bilhete magnético acompanhou a história da CPTM desde a implantação do sistema ferroviário metropolitano. A companhia vem substituindo a tecnologia desde 2021, com a chegada gradual de novas formas de pagamento e validação nas estações.
A CPTM transporta em média 1,3 milhão de passageiros por dia útil. Os trens da companhia rodam cerca de 50,6 mil km diariamente, equivalente a 1,2 volta ao redor da Terra, distribuídos em 1.302 viagens programadas.
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