Diadema reforma Fundação Florestan Fernandes nos 30 anos

Escola profissionalizante da Prefeitura de Diadema passa por maior reforma da história, com entrega prevista para dezembro

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Foto: Divulgação/Prefeitura de Diadema
Foto: Divulgação/Prefeitura de Diadema

Quem estuda ou pretende se matricular na Fundação Florestan Fernandes, em Diadema, vai encontrar a sede em obras nos próximos meses. A instituição, maior escola profissionalizante pública municipal da região do ABCD, completou 30 anos nesta segunda-feira (26) e, para marcar a data, passa pela maior reforma de sua história, com entrega prevista para dezembro, mês do aniversário da cidade.

A Fundação é uma autarquia vinculada à Prefeitura de Diadema e funciona no Centro da cidade. Por ano, oferece cerca de 2 mil vagas gratuitas, divididas em dois ciclos formativos, com mais de 40 cursos em áreas como Beleza, Confecção, Construção Civil, Gastronomia, Gestão, Juventude, Serviços, Terapias Naturais, Mecânica e Tecnologias da Informação. Entre as formações mais procuradas estão Auxiliar Administrativo, Informática Básica, Tranças, Controle de Qualidade e Alongamento de Unhas.

O que muda na sede

As obras vão transformar o andar onde hoje funciona a administração da Fundação. O espaço será reformado para abrigar novas salas de aula, ampliando a capacidade de atendimento da escola. O acesso a essas salas será feito pela entrada principal, sem necessidade de usar escadas, o que deve facilitar a circulação de alunos com mobilidade reduzida.

A administração, por sua vez, será transferida para salas próximas à entrada dos alunos, com climatização, mobiliário e iluminação novos. O projeto inclui ainda a modernização da fachada do prédio, a criação de uma área de convivência com deck ao lado do elevador e a reforma completa da cozinha da instituição.

O piso do complexo também passa por recuperação, com polimento e aplicação de resina de alta resistência para dar acabamento uniforme e mais durabilidade. Na entrada principal, será colocado um piso novo, mais resistente.

Mudanças na formação e nos professores

Além da reforma estrutural, a Fundação alterou seu modelo pedagógico nos últimos anos. Os cursos passaram a ser organizados em dois ciclos formativos por ano, no lugar dos três que existiam antes. A mudança ampliou a carga horária de cada curso, permitindo percursos de formação mais completos e com conteúdo mais aprofundado.

Os professores também tiveram reajuste no valor da hora-aula e passaram a contar com acompanhamento de uma equipe pedagógica para planejar, desenvolver e avaliar as aulas. Segundo o diretor-presidente da Fundação, a intenção é qualificar a experiência oferecida aos alunos e preparar os profissionais para entrar no mercado de trabalho, exercer a profissão escolhida e gerar renda.

Para o diretor-presidente, a permanência da Florestan ao longo de 30 anos, com diferentes gestões municipais, mostra a relevância do equipamento para a cidade. Segundo ele, a reforma na sede, que estava degradada, teve apoio do prefeito e busca oferecer melhores condições de trabalho a professores e funcionários, além de um ambiente mais acolhedor para os alunos.


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