São José dos Campos abre visitas à Casa da Alfa e do Beto

Espaço de alfabetização na Cidade da Educação recebe turmas da rede municipal mediante agendamento por e-mail

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Escolas da rede municipal de São José dos Campos já podem agendar visitas guiadas à Casa da Alfa e do Beto, espaço fixo de alfabetização montado na Cidade da Educação, sede da Secretaria de Educação e Cidadania, no Residencial Flamboyant, região sudeste da cidade. O pedido deve ser feito pelo e-mail alfa.beto@edusjc.sp.gov.br.

A novidade amplia o contato dos alunos com a raposa Alfa e a coruja Beto, mascotes criados em 2025 pela Prefeitura para acompanhar o processo de alfabetização das crianças. Até então, os personagens apareciam principalmente em visitas às escolas, prática que continua acontecendo.

Como funciona a visita

A atividade se chama "Uma Aventura na Casa da Alfa e do Beto" e estreou nesta semana com 26 alunos da Emei Professora Zeli de Toledo Dias, do Jardim Uirá, também na região sudeste. Durante o encontro, as crianças procuraram pistas, identificaram palavras escondidas e resolveram desafios inspirados no livro "O Mistério das Palavras Desaparecidas".

A proposta combina contação de histórias, exploração do ambiente e investigação, com o objetivo de despertar o interesse pela leitura e ampliar o vocabulário dos estudantes, respeitando o estágio de aprendizagem de cada turma.

Segundo a Secretaria de Educação e Cidadania, as descobertas feitas na visita são retomadas depois em sala de aula pelos professores, para reforçar o conteúdo trabalhado no espaço com o cotidiano escolar.

Parte de programa municipal de alfabetização

A iniciativa integra o Programa Municipal de Alfabetização, Leitura e Fluência Leitora, criado neste ano pela Lei 11.334. O programa prevê ampliação progressiva do atendimento a crianças do Pré 2 da educação infantil, com 5 anos, e dos 1º e 2º anos do ensino fundamental.

A Casa da Alfa e do Beto nasceu de uma troca de cartas entre os alunos e os personagens, recebidas por meio de uma casinha de madeira usada como caixa de correspondência. Com o tempo, a brincadeira deu origem ao espaço fixo dedicado a atividades de leitura e escrita, hoje incorporado à rotina da Cidade da Educação.

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